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Crime e Psicanálise


 

Objetivo 

O objetivo deste trabalho é abrir um saber sobre o crime pelo viés do saber Psicanalítico, e assim uma nova leitura e debate com os setores de sociedade que lidamdiretamente com o crime, com isto ir construindo um saber robusto, capaz de antecipar, prevenir e conhecer as ações criminosas, dando a elas um encaminhamento mais de acordo com a estrutura psíquica do sujeito.

Desde suas origens, a Psicanálise debruça-se sobre o problema da criminologia.  

 

                            layouts e poesias                                                                               

A psicanálise forense é um ramo de estudo da Psicologia Jurídica, que tem como objetivo traçar estudos inter relacionados entre as Leis vigentes e a mente humana e seu conteúdo. Esta ciência tem como princípios básicos os descritos pelos grandes psicanalístas Lacan e Jung. Partindo dessas teorias e de observações empíricas, o Psicanalista Forense tem como atuação tentar adequar as normas, princípios jurídicos e demais postulados com as característas da mente humana como a proteção da Personalidade psicológica de cada indvíduo.

 Assim, a Psicanálise Forense, auxilia vários outros ramos da Psy Forense. Se relaciona com a Psicologia Criminal, na medida em que faz uma análise psíquica do bandido e traz as leis penais para este limite, tendo como grandes exemplos os artigos 26 (Inimputabilidade) inteiro, 77, inciso II que indica ser importante avaliar-se a personalidade do agente antes que se conceda Suspensão Condicional da Pena e artigo 83 (Do Livramento Condicional). Também, a Psicanálise Forense se relaciona com a Psicologia Civil, porque está embutida na parte geral do Código Civil, parte em que trata da capacidade das pessoas naturais de realizar atos da vida civil.

Podemos obsevar, também, suas relações com a Psicologia Judiciária porque alcança a proteção do direito à intimidade e integridade psíquica das partes envolvidas processos que correm na justiça. Também isto ocorre devido a questão do Segredo de Justiça, que foi alcançado por determidas ações na vara de Família, na vara criminal e em alguns casos da justiça federal. Com o advento de estudos mais profundos da psicanálise conjuntamente com o Direito no século XX, os psicanalistas forenses impulsionaram o segredo de justiça, fazendo que este ganhasse mais força nas mãos da proteção da personalidade íntima, da estrutura psiquica que envolvem casos judiciais.


 

Onde começa o crime?

Quase sempre é um ato corriqueiro e sem importância, mas com alto valor simbólico, o que faz de qualquer um de nós, um criminoso. Visto que a honestidade nãoé um valor social e sim individual, o sujeito é honesto com a sua limitação, no linguajar  psicanalítico, com sua castração. A honestidade surge quando ele reconhece nele este

valor, a partir do momento que ele descobre que todos estamos na mesma situação. A partir daí o crime ou a honestidade surgem como alternativas, mas só será honesto osujeito que reconhece sua limitação, e a dos demais.

O criminoso delira, escapa de si
mesmo pela negação de si, e busca no crime a validação de sua exclusão, pela morte. Não é o fato simbólico que inaugura a via criminal e sim uma resposta a suademanda, que já era delirante. O delírio é um sonho em vigília. 

Porque o criminoso não se suicida? As doutrinas orientais, muitas delas, usaram
o método de levar o criminoso até a sua confissão completa, então era dada a ele umaescolha entre a morte pelo suicídio ou cumprir a sua pena, 90% dos criminosos preferiam o suicídio. ( Um suicídio legal e autorizado pela sociedade ) O criminoso não se suicida por que ele vive no delírio. Quando ele confessa ereconhece seus crimes, o faz para obter vantagens e não pelo reconhecimento.

A nossa lei impede que o criminoso pela confissão, se incrimine. Há uma proteção contra os métodos que eram radicais na busca da sua culpa. Um reflexo doestado ditatorial no Brasil.Toda forma de comunicação entre sujeitos se faz pelo uso da linguagem, e elaserve como objeto postiço ao sujeito, que incapaz de comunicar diretamente o faz pelouso da linguagem, então o sujeito, todos nós fazemos uso da linguagem como meio decomunicação, linguagem que representa seus valores pela cultura

Todos nós não 
comunicamos diretamente e sim metaforizamos a nossa fala, e por isto precisamosdormir para desfazer os vínculos da metáfora usada. Todos os dias desfazemos estefantasma que criamos para comunicar, pelo sono, e depois, na crença de uma sociedade justa, este fantasma acorda pela manhã para novamente renovar os vínculos e falar pelaconfiança na sociedade.


O sonho então desfaz os vínculos sem delírio a ser trazido para
o Real, já o criminoso sonha na vigília, ele rompe com os vínculos do acordo social,trazendo o sonho para a realidade, para a vigília. (As drogas e seu uso interferem nadinâmica natural do sono)

Fundamentos teóricos

Existem seis autores fundamentais da Psicanálise:
Freud, Ferenczi, Klein, Laplanche, Winnicott e Lacan.

 

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